Marmita

Encontre um emprego onde você goste de dividir sua marmita com os colegas de trabalho.

Vá todo os dias para um lugar que, apesar do trânsito e do horário, da pressa e do salário, dos chefes e do cargo, você fique ansioso pela hora do almoço e por todo conforto que ela carrega; pela forma como, de repente, todos os problemas se resumem em torcer pra que ninguém tenha levado ovo pra esquentar no microondas do refeitório. Deixe seu estomago se apaixonar pelo almoço-janta de ontem. Mas principalmente, trabalhe com pessoas com quem você quer dividir esse momento, e a sua omelete; com quem você sabe que pode contar quando a comida estiver acabando mas a sua fome não – ou quando a fome estiver acabando e a comida não. Encontre pessoas que são capazes de serem o alívio cômico do dia-a-dia massante e se tornam tão importantes a ponto de você oferecer sua própria comida. Leve aquela torta que você sabe que a sua amiga adora, porque você sabe que ela coloca um pedaço a mais de lasanha pensando em você. Porque esse tipo de coisa mantém a humanidade dentro do espaço profissional.

Quanto à mim atualmente, eu ando preferindo almoçar jiló.

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