Batendo o ponto

Pra quem, de fato, eu peço desculpas pela ausência aqui? Quem, de fato se importa além de mim se eu escrevo ou não, se meu agonia ou não eu materializar os pensamentos? Por que a frequência da blogagem me incomoda mais do que a frequência dos estudos, dos exercícios, das checagens em se as amigas estão bem?

Mais uma vez, me perdoa (eu mesma) por não aparecer tanto, mas sabe o que é, a vida ta corrida, mas você sabe que não tá de verdade. Sabe o que é, eu ando estudando, não ando não, mas devia; eu esqueço, mas não esqueço não, eu só não venho mesmo; eu tento, mas não muito porque as vezes eu nem abro o bloco de notas, eu nem pego um guardanapo pra rabiscar uns versos. Sabe o que é (eu mesma), cê sabe sim, a vida nem sempre é inspiradora, mas ela é, e você sabe sim, aliás, você é a unica que sabe, você é a única pra quem eu conto, você sabe porque eu guardo em você e ás vezes parece que é o suficiente, mas as vezes parece que não. É que eu deixo muito pra lá, sabe. Você sabe, pra você é mais difícil arrumar desculpa, você conhece todas.

Desculpa eu mesma por cobrar as coisas quando não precisa. E desculpa por pedir desculpas, eu sei que você acha isso a maior bobeira e nem se importa tanto assim pra desculpar ou não. Você nem liga, eu sei, mas se uma hora você ligar aí cê vê se me desculpa, ta?